sexta-feira, dezembro 14, 2018

Triste noticia

Morreu hoje uma grande figura do slotcar europeu.

Jean-Pierre Van Rossem


Van Rossem patrocinou uma equipe de Fórmula 1 em 1989, a Moneytron Onyx , que ficou em 10º das 21 equipes. O maior sucesso que obteve com este foi o 3º lugar no Grande Prémio de Portugal com o piloto Stefan Johansson em 1989






Funny car AUTODYNAMICS















domingo, dezembro 09, 2018

Funnycar Kit

   Boa tarde pessoal, estas são as fotos da montagem do kit de Funnycar pra provas de arrancada que lançaremos em janeiro de 2019.
   Carroceria e chassi de papel, sim e acreditem é resistente, muito leve e fácil de montar qualquer mecânica de replica escala 1/32.
   Serão lançados 4 modelos de carros:
Challenger, Cuda, Camaro e um Ainda em segredo!
   Teremos ainda modelos Topfuel e Promod.









Magia do Revival 2018


Conheci um senhor que não recordo o nome, mil perdões.
Este de boné preto que faz modelos em papel dês os anos 70, tirei algumas fotos e trocamos muitas figurinhas.
Esta foto maravilhosa foi de autoria da Roberta esposa do Zé, esse outro integrante da foto.
Obrigado pela obra de arte.
Aguardemos 2019

Revival 2018


 A festa foi ótima




Coleção 1/24 do nosso amigo Roque da RC Modelismo

Coleção 1/32 do nosso amigo Roque da RC Modelismo


Os Malzones do Bifulco, babei e ainda ele me deu algumas raridades de presente.




sábado, novembro 17, 2018

IFMAR 1/8 RC na escala 1/32

  Falem a verdade eu pirei dessa vez!
  A ideia foi a seguinte, como existem os chassis de fibra na escala 1/32 e são muito rápidos nas pistas eu achei interessante fazer um campeonato um pouquinho diferente e como muitos adeptos do slotcar também curtem RC, bolei essa linha depois de montar um modelo pra prova de velocidade.
  Já estamos fazendo o regulamento e as provas serão na PUTZ slotcar.












segunda-feira, novembro 12, 2018

Pra lembrar sempre

Jackie P DB  Fabinho olha a foto que encontrei, em 01 de Fevereiro de 2009, pós F1. Lembra????

sábado, novembro 10, 2018

Estou sem Chão!

Galera desculpem mas não consigo escrever nada, este blog só existe devido a insistencia desse cara incrivel, Dú Cardin.

 Foto: Fabrício Vasconcelos

Vou roubertinhar o texto do FG (Flavio Gomes eterno 96), que foi quem me apresentou o Dú.

SÃO PAULO – Quando foi que Dú Cardim apareceu pela primeira vez em Interlagos? Num dos farnéis do #96, saudosos encontros de blogueiros no autódromo para ver um DKW lerdo que carregava dentro dele sonhos e nostalgia de uma gente diferente?
Claro que não.
Dú sempre esteve em Interlagos, e o que aconteceu lá pelos idos de 2006 foi apenas que nos recebeu com a alegria e a generosidade que essas entidades aladas misteriosas entregam a novos visitantes em seus domínios.
Desde então, lá estava ele em cada corrida, em cada treino, a cada motor quebrado, a cada aflição nos boxes, em cada acidente que nos assustava, e como um anjo nos acudia o tempo todo, parecia se multiplicar, via e vivia tudo, de tudo sabia e a todos conhecia, e quando o sol se punha atrás daquela curva, fazia a última vistoria de seu solo sagrado e desaparecia, para amanhecer ali mesmo no dia seguinte, afinal era ali que vivia, era daquela terra que se alimentava, era aquele o único ar possível que respirava, os sons que daquele lugar emanavam eram os únicos dignos de se escutar. Dú chorava quando via a neblina baixar sobre Interlagos.
O mundo é um lugar estranho para anjos, e talvez por isso eles não sejam devidamente compreendidos. Há uma certa urgência no que fazem, porque as demandas daqueles que protegem, num ambiente apressado como o de uma pista de corridas, assim são.
Então que mesmo assim Dú Cardim dava conta de acudir a todos nós e é bem possível que encerrasse suas jornadas esgotado, ainda que seu sorriso tímido não demonstrasse cansaço ou estafa. Era ele que nos trazia notícias e peças e palavras e sabedoria e fita crepe e adesivos e histórias e cigarros e cervejas e capacete e balaclava e papeletas com resultados e que ficava conosco no hospital, fosse um caso de ossos quebrados numa porrada na Reta Oposta, fosse um caso de porre que precisava ser contornado imediatamente porque no dia seguinte haveria um grid e uma largada e uma corrida e a necessidade de se cumprir uma missão sacra, a de acelerar como faziam seus ídolos Luizinho e Pace, a quem nunca conseguimos nem remotamente imitar para, pelo menos, agradecer os cuidados que ele nos oferecia em troca de nada, absolutamente nada.
Não sei bem o que aconteceu com Dú Cardim anteontem, uma queda no jardim de casa, me contaram, um hospital, outro hospital, atividade elétrica que cessa, o fim.
Pane elétrica, deveria ser essa a causa mortis, era o que eu colocaria na certidão de óbito se pudesse, e o anjo magro colocaria os óculos para rir de mim, abriria uma latinha, acenderia um Marlboro, me daria um, e encerraria a questão dizendo é nóis, Efegê, para bater as asas e ir-se, porque tem corrida neste fim de semana e vão precisar dele lá.
Vai lá então, Dú Cardim, proteja a todos, nos proteja.


sexta-feira, novembro 09, 2018